Uma relíquia urbana despede-se da
paisagem cotidiana brasileira, encerrando um ciclo histórico de conectividade
pública.
A Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel) autorizou a remoção dos telefones públicos, os
populares orelhões, das cidades brasileiras.
Esses telefones serviram como
pilares fundamentais da comunicação interpessoal muito antes da revolução
digital dos dias atuais. Eles eram ferramentas vitais para emergências e
conversas cotidianas, mas perderam sua utilidade prática diante da telefonia
móvel.
Os orelhões só devem ser mantidos
em cidades onde não há rede de celular disponível. E só até 2028.
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